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mais um que deixa de circular










“Nada de teoria. Prática. Mão na massa. Um mês de ensaios para que cada um dos setenta jornalistas profissionais soubesse direitinho seu papel no dia da estréia. Um mês de números zero (edições experimentais que se preparam antes do numero 1), seguidos de discussão diária, correção diária de rumos, procura diária de um estilo de texto, de lead, de foto, de enfoque, de título, de diagrama. Havia um vago modelo, o vespertino francês France Soir, do qual nos aproximávamos em algumas reuniões de pautas e do qual nos afastávamos a cada número zero…” — trecho de “O triunfo da ousadia”, texto de Ivan Ângelo na edição da revista Imprensa de dezembro de 1990 quando dos 25 anos do jornal. ESTE É O ÚNICO TEXTO QUE CONHEÇO SOBRE A HISTÓRIA DO JT.

Este jornal começou a circular em 4 de janeiro de 1966 e amanhã, 31.10.2012, uma quarta-feira, deverá desaparecer das bancas. Tenho uma coleção de capas. Em homenagem a todos os jornalistas que deram início a esta experiência com a liderança de Mino Carta fica esta homenagem. Um cara que poderia falar um pouco desta história é o jornalista Omar L. Barros Filho. Este é o jornal onde trabalhou, depois de deixar o Rio Grande do Sul, o jornalista Marcos Faerman (o Marcão), considerado um dos grandes repórteres da equipe inicial.

E no Facebock é só chegar em http://www.facebook.com/wladymir.ungaretti1

de autoria desconhecida

Anônima  de 1855
Anônima e sem data.
Também anônima e sem data.
Anônima de 1855.

As imagens são do  livro “1000 nudes – history of erotic photography from 1839/1939″, da editora Taschen.

As imagens na coluna da esquerda

Ítalo Calvino – 1923/1985;  Albert Camu – 1913/1960;  Aldous Huxley – 1864/1963; e de John Steinbec – 1902/1968.

vida real

“A vida real caminha melhor se lhe dermos suas justas férias de irrealidade.” – de Gaston Bachelard.

a imagem imaginada

A  história –  Ao passar para a parte do superior do Mercado Público (POA), pela escada-rolante, divisei esta imagem e fiquei imaginando  como ficaria uma foto com a lente que estava usando. Uma lente leica, 28mm 2.8 e feita de uma posição mais alta. Caminhei pelos “corredores” da parte superior com o olhar sempre voltado paras as mesas da Banca 40. Fiz algumas fotos, mas a imagem imaginada era esta.