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Lewis Carrol

A editora Cosacnaify acaba de lançar a segunda caixa da coleção Photo Poche, com mais cinco exemplares, respectivamente dos fotógrafos Roberto Capa, André Kertész, Edward Steichen, Josef Koudelka e Lewis Carroll.
Charles Lutwidge Dodgson, conhecido por Lewis Carroll, em foto de Oscar Gustav, 2m 28 de março de 1823.
Béatrice Henley no Lambert Palace, em 20 de julho de 1864.
Alice Liddell vestida de mendiga, em 1858.

outra sextante histórica

Revista produzida pelos alunos da Fabico (Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação da UFRGS), do segundo semestre de 2000,  pela passagem dos 25 anos da morte de Vladymir Herzog. Tenho quase que absoluta certeza que nenhum outro curso de jornalismo, de uma das centenas de Faculdades de Comunicologia, espalhadas pelo país fez este registro.
Este é o grupo de alunos em sala de aula, em um dos encontros do semestre, articulando as diversas etapas da publicação.
Cada aluno a partir da leitura de um livro foi conversar com o autor. Na foto Índio Vargas.
Na foto Flávio Tavares.
 Dois alunos reconstituíram um pouco da história de Lamarca e Marighella a partir da leitura de diversos livros fornecidos por mim. E, a estas alturas da vida, por ter uma posição contrária à obrigatoriedade do diploma, sou obrigado a ouvir que estou à serviço da CIA e dos oligopólios da mídia corporativa. Onde foi feita uma publicação deste nível? Quantos acervos existem e que permitiriam a construção desta capa? A revista tem ainda matérias com João Aveline, Eloy Martins (importantes dirigentes do Partidão que já faleceram), Flávio Koutzii, Cláudio Gutiérrez e uma resenha do livro de Apolônio de Carvalho.  Os alunos de JORNALISMO não sabiam nada dessa história.

executados

Matéria  do jornal Folha de SP, quarta-feira, 18 de julho de 2o12, página A11, com fotos de capitação Lamarca (1937/1971), executado no interior da Bahia, imagem até então desconhecida e ao lado Rau Ferreira (1944/1971), em foto em que aparece com todas as condições de saúde, poucos dias antes de sua morrer na tortura. SE VOCÊ NÃO LER UM JORNAL DO CENTRO DO PAÍS MUITA INFORMAÇÃO PASSA BATIDA. NÃO ESTAMOS DIZENDO QUE TAL JORNAL SEJA MELHOR DO QUE O OUTRO. É QUE ZEROLÃNDIA É O PIOR DE TODOS. É O QUE MAIS BRIGA COM A NOTÍCIA.

violência do Estado

O jornal “Estadão” briga menos com a notícia. A violência do  aparelho do Estado em São Paulo é uma coisa absurda. A matéria, de página inteira, questiona a ocorrência de tantos casos de “resistência seguida de morte.  O tipo de matéria que nós gaúchos, viciados em Zerolândia, nunca teríamos a oportunidade de ler. Pulicada no sábado, dia 14 de julho de 2012, página C4.
O governo federal quer acabar com esta prática de “resistência seguida de morte” por considerar que desta forma estão sendo encobertas ações de execução por parte dos aparelhos policiais. Cada morte terá que ser investigada. Estes casos serão considerados homicídios. A “resistência seguida de morte” pode induzir as investigações. Sem dúvida, será um puta avanço!!!