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Lampião (legítimo)

Este é o livro.  ”iconografia do Cangaço”, organizado Ricardo Albuquerque, editora Terceiro nome reúne, ela primeira vez, um número expressivo de fotos  pouco conhecidas.
Ele é o cara. Foto feita em uma fazenda em Sergipe, no final de 1927

Porto Alegre em folheto de 1931

A legenda: “Auditorium Araujo Viana – todo de concreto armado , local onde se realizam concerto públicos, pela banda municipal”. Existe uma indicação de que a publicação é de outubro de 1931, além de ter na primeira página uma foto de Alberto Bins como prefeito de Porto Alegre.
Da mesma publicação: “Avenida João Pessoa, visão tomada pela madrugada”. Outubro de 1931, sendo o editor Pedro Carvalho. Encontrei esta seleção de fotos da cidade em um sebo da cidade.

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um muro (da vergonha) na palestina

Este é o livro. Leitura absolutamente fundamental. Um muro construído por Israel de cerca de 650 quilômetros não é uma vergonha? Não é um Muro da Vergonha? A leitura nos permite descobrir os diversos significados para uma mesma palavra. O que é Cisjordânia para um colono judeu e para um palestino?  O que significa as diferentes cores das placas os carros?
Este é o cara que escreve. É um militante do JORNALISMO!

para encher nossos olhos



De um livro de 1937, edição alemã, capa dura de tecido, com o título Das Högfeldt Buch. Não entendo nada da língua. Existe um pequeno texto de abertura. Umas 20 páginas  e as outras 30 são com ilustrações como estas. Na edição de hoje de Zerolândia (jornal Zero Hora) tem página com cheiro de “cascata”. Estou impedido de comentar em função de uma ação (na esfera cível) movida por um funcionário com 35 anos de firma. E que nunca foi testado em nenhuma outra empresa. Ganhei a ação na esfera criminal, em todas as instâncias, com um decisão final que aponta para o fato de que não posso ser responsabilizado por um apelido que não foi criado por mim. E que tenho todo o direito, como professor de jornalismo, de exercer minha atividade de forma crítica. O que importa mesmo – a estas alturas da vida – é que meus objetivos já foram alcançados. Cascateiro é cascateiro e ponto final. E a “catigoria”, conivente com seus representantes na rede de conivências corporativas,  tá sabendo.