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NÃO TE VEJO COM A PUPILA mas

COM O BRANCO DOS OLHOS. “Esta foto é uma espécie de ponto de partida e um ponto de chagada do percurso das exposições que tenho feito com as faces gloriosas. É um autor-tretrato, o  único da série. Certa vez, me perguntaram: como surgiu o conceito de Faces Gloriosas? Resposta: como surgiu, eu não sei, mas este é o momento exato. Nesta foto, você tem o registro do meu rosto como ele estava no momento em que a idéia de criar a Antropologia da Face Gloriosa surgia na minha mente. Não tenho dúvida. Foi exatamente nesse instante, e ficou registrado. Foi alguma coisa física que eu fiz com o meu rosto, disparou o conceito. Como documento de um processo de criação, é um ato inédito na história da fotografia…
   Mais que um auto-retrato, é quase um programa teórico do resto do trabalho. Repare de perto: há rachaduras. No negativo, talvez tenha havido algum processo místico-químico, devido à intensidade da experiência que acontecia comigo naquele momento.”

                            Auto-retrato e texto de Arthur Omar

         AULAS DE JORNALISMO

         Aulas de JORNALISMO desconhecidas nas faculdade de “comunicologia”. Um curso com um mínimo de seriedade deveria paralizar suas atividades para a discussão de alguns textos das últimas edições da revista Carta Capital. Esta semana temos como primeira aula “O impermeável limpo – Até na crise do Senado é impossível notar a presença de Marco Maciel, o político indevassável”. Por Cynara Menezes. Segunda aula: “Uma imprensa antidemocrática – Tornou-se inimiga acérrima das instituições representativas , diz Wandeley Guilherme dos Santos.” Rosa dos Ventos por Maurício Dias. Terceira aula: “Saudades da Marcha – Caso Sarney, rebelião da Receita. Parece que a mídia parou em 1964.” Por Mino Carta. Quarta aula: “A Semana – Não contrarie os jornais – Mídia/ Você está perdido se não diz o que eles querem. Aconteceu com Eraldo Maciel”.
           Quinta aula: exercícios de vagabundagem.
          Vale por todas as aulas que você tiver durante o próximo mês na sua faculdade de “comunicologia”.         
         Não podemos fazer nada. Pensamos assim. 

   CARLOS GUILHERME MENDONÇA PENAFIEL (1936/2009)
          O ano de 1969 estava chegando ao fim quando policiais invadiram a cada da família Penafiel. Quebraram quase tudo. No laboratório do fotógrafo encontraram vários negativos de fotos de militantes políticos contra a ditadura. Como fotógrafo, Carlos Penafiel ajudava a produzir documentos falsos para militantes que precisam abandonar o país. Ele era um importante militante da ALN (Aliança Libertadora Nacional), organização comandada por Carlos Marighella. Ele e Ana Wilma, sua mulher, foram presos e torturados. Passou três anos na cadeia. Durante a ditatura foi preso pelo menos umas seis vezes. Como fotógrafo e jornalista, trabalhou na Última Hora, de Samuel Wainer. Morreu aos 72 anos de câncer, duas semanas após receber do governo de São Paulo uma indenização de 22 mil pelo tempo de prisão. Deixou sua atual mulher, Selma, seis filhos, dez netos e um bisneto. Sábado suas cinzas foram jogada ao mar.          
        Fique em paz camarada*.

*** informações do jornal Folha de São Paulo

ANTROPOLOGIA DA FACE CLORIOSA

“Certas fotos claras, onde tudo é fino e delicado, ainda assim elas conservam sua base negra e apontam para  material original de que foram feitas. Podem ser consideradas uma espécie de escuridão transparente, tão esgarçada e tão fininha que dela só restou uma camada quase invisível.”
  “Sendo filhas da escuridão e da noite, as fotos da Antropologia da Face Gloriosa só poderiam ser em Preto e Branco, porque o negro, neste mundo fotográfico, não é a soma de todas as cores. O negro, aqui, está além da cor. E quando se dissolve, é como a barra de nanquim, que vai perdendo o seu volume lentamente, numa sucessão infinita de cinzas possíveis.”

                           Foto e texto de Arthur Omar

@@@@@@ todo o material utilizado é resultante da reprodução de livros e de outras publicações. Pontodevista possue um grande acervo de livros de e sobre fotografia. Fotos sem crédito é da nossa autoria.

MERCADO PÚBLICO DE PORTO ALEGRE
 wu
Lomo, máquina Holga, filme 120mm, Iso
400, imagem “scaneada” do negativo 6×6,
abertura em infinito, câmera colocada no
chão, início de tarde, alta luminosidade,
nenhuma manipulação digital, pequeno corte
na parte superior. Agosto de 2009.

E NÃO
DEIXE DE LER OS ESTRANGEIROS, aqui.

 e visite as PUTARIAS POÉTICAS
EM PERNAS ABERTAS.

INTELIGÊNCIA MORAL DE UM TEMA

Nadar, Gaspar Félix
Tournachon (1820/1910)

É dele a idéia de que “… a teoria fotográfica é aprendida em uma hora, as primeiras noções da prática em um dia… O QUE NÃO SE APRENDE É A INTELIGÊNCIA MORAL DE SEU TEMA – é este rápido tato que o coloca em comunicação com o modelo, você o faz julgar e conduzir a seus hábitos e idéias de acordo com o seu caráter, e lhe permite mostrar , não banalmente e ao acaso, uma reprodução plática ao alcance do último dos empregados do laboratório, mas a semelhança mais familiar e a mais favorável, a semelhança íntima. É o aspecto psicológico da fotografia, termo que não me parece muito ambicioso.”
        Nós diríamos, a subjetividade proposta e inteligência moral da imagem proposta.

        Em função de inúmeras solicitações estamos reproduzindo um artigo escrito ainda recentemente. Com algumas alterações e acréscimos. Uma modesta contribuição para formação de futuros JORNALISTAS E FOTÓGRAFOS.

         ANOTAÇÕES PARA UMA AULA SUBVERSIVA
“A imaginação é a capacidade de fazer e decifrar imagens.”
                                                      de Vilém Flusser

ANOTAÇÃO I
       Na produção de imagens fotográficas não existe um “olhar isento”. Nem tão pouco uma “edição igualmente isenta”. Pensadores, com elevado grau de sofisticação intelectual, já escreveram sobre o tema. Lembro de textos de Vilém Flusser, Adorno e Walter Benjamin. Ainda assim, nunca é demais (re)afirmarmos que existe uma disputa ideologica na produção e respectiva utilização das imagens. Uma imagem sugere uma determinada subjetividade. Fotógrafos produzem, conscientemente ou não, estas subjetividades. Bens simbólicos. Na atualidade, quase sempre reacionários.

No recente episódio da morte de Elton Brum,
militante do MST, em São Gabriel,  Zerolândia
escancarou uma foto dos brigadianos sendo
atendidos por ferimentos causados por pedras.
O corpo do sem-terra, morto pelas costas
com um tiro de 12, carregado por um deputado, ”
por muito pouco “desaparece”. ” Zerolândia,
22.8.2009, sábado, pág. 8. Os caras são
contra a nótícia.
 
ANOTAÇÃO II
Não por uma simples e inexplicável vontade do Divino Espírito Santo que, em plena ditadura, o curso de jornalismo foi desvinculado da área de ciências sociais (no caso a UFRGS) e sua estrutura física deslocada para o campus da saúde. Para o mais absoluto isolamento e onde permanece até os dias atuais. Agora, bem ao lado da Escola Técnica. Localização mais do nunca adequada. E nada contra os cursos técnicos. E, quase que na mesma ocasião, os militares criaram as faculdade de “comunicologia” e a habilitação em RP (relações públicas). Medida assinada pelos ministros Jarbas Passarinho e Delfim Neto.

ANOTAÇÃO III
Nos tempos atuais, ao examinarmos todo o material fotográfico de uma edição de Zerolândia (jornal Zero Hora, do grupo PRBS), por exemplo, constatamos que cerca de 90%, em média, de todas as fotos publicadas são originárias das assessorias de imprensa e das agências. Creditadas como foto/divulgação. Não se trata apenas de uma questão de redução dos custos operacionais. É uma necessidade “empresarial” de controle político e ideológico. No passado, velhos e combativos fotógrafos realizam seus registros a partir de um “determinado olhar”, assim como a maioria dos repórteres escreviam, também, a partir de um determinado enfoque. Um quadro geral que acabou determinando, por parte da ditadura, um descarado incentivo às atividades das assessorias de relações públicas. É desse período o aparecimento dos “jornalistas” com múltiplos empregos. Encarregados da transferência de seus respectivos releases. Das repartições para as redações. Prática não mais necessárias, nos tempos atuais, pela disponibilidade de profissionais, além da necessidade da manutenção da imagem de “isenção”. Pelo uso do e-mail. Os bons fotógrafos diplomados(as) , estão quase todos desempregados.

ANOTAÇÃO IV
Na atualidade, sem as intimidações diretas e indiretas dos agentes da ditatura; com a consolidação das assessorias de imprensa e a formação controlada dos cursinhos de “comunicologia”; além, é claro, dos respectivos cursos em que as empresas selecionam os “focas” para adestramento, eficiente instrumendo de recrutamento dos confiáveis ideologicamente, a produção de imagens está no centro da imposição de bens simbólicos, reacionários e crimializadores. O diploma nunca esteve ameaçado. Bem ao contrário, o fortalecimento da obrigatoriedade (ou a manutenção pós-obrigatoriedade) significa o fortelecimento do showrnalismo. da prática da perfumaria. Os interesses estão sincronizados. Ainda recentemente, com o respaldo do Sindicatos dos Jornalistas do RGS, o PRBS (grupo Rede Brasil Sul de Comunicações) e a UFRGS (Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação) assinaram um acordo para garantir o treinamento de estagiários. Adestramento de “focas”. Seleção dos confiáveis ideologicamente. Não são estudantes – leitores de Habermas e outros teóricos - capacidados ao entedimento de como a indústria pesada da comunicação de massas manipula por fragmentação, indução, ocultação e inversão. A formação teórica é um todo. A construção da denominada “massa crítica” articula formação teórica e práticas não técnicas. De “leituras” críticas e comparativas do material da mídia obesa. A atual “formação teórica”  é falsa dentro de um cursinho hegemonicamente de conteúdo tecnicista.  

ANOTAÇÃO V
No contidiano, relações de alta complexidade e competivividade, consolidam uma cadeia de conivências. As imagens fotográficas, produzidas a partir do “olhar isento” das assessorias “complementam” matérias produzidas a partir de press releases, tituladas por editores, todos de confiança e treinados na introjeção dos interesses das respectivas unidades de produção da indústria pesada da comunicação de massas, para quais todos vendem suas  forças “criativas” de trabalho. Nada críticas. E showtógrafos, quando pautados, são instrumentos conscientes da “hipocrisia fotográfica”. Ou ainda: abatidos e apáticos, produzem o material já dentro das normas da casa. O editor “filtra deslizes” em último caso. O modelo ideal de profissional, já revelado abertamente pela “Folha de São Paulo”, é o denominado jornalista multimídia. Só não pode ser completamente analfabeto. Confiável ideologicamente, capaz de alimentar todos os suportes (jornal, rádio, tv. internet), domínio de todos os instrumentos tecnológicos de comunicação, falando no mínimo uma ou duas línguas estrangeiros, limpos e assépticos. Produtores, em verdade, de secos e molhados. É cada vez menor o lugar para gente tosca. Os subversivos já foram eliminados; alguns poucos sobrevivem nas redações por um descuido qualquer do sistema. Estão clandestinos. E, com razão, amedrontados. Toscos só os criados pela firma.
       JORNALISMO é subversão.

ANOTAÇÃO VI
Repetitivamente não posso deixar de assinalar que temos a exata noção do o quando é complexa toda esta questão. Assim como, mais uma vez, registramos que não temos a pretensão – e muito menos ainda a arrogância – de acharmos que temos toda a verdade. Reivindicamos, apenas, uma parte dela. Este não é um suporte (internet/blog) muito adequado a um longo texto. Ainda mais com fundo preto e letras vermelhas. Temos, por isso mesmo, a noção de que muitas palavras, idéias e raciocínios estão aqui “jogados” a partir de pressupostos. Conceitos possuem uma história, uma determinada trajetória de sucessivas incorporações de outros conceitos.

ANOTAÇÃO VII
Ainda assim, a partir de todas estas considerações, precisamos assinalar que como jornalista (da velha geração) e professor temos o péssimo hábito de pensar. Arriscamos. Essa prática fica sempre associada a uma determinada forma, a de pensar, criticamente. É evidente que – e não poderia ser de outra forma – muitas de nossas avaliações poderão estar equivocadas. Mas são resultantes deste pensar criticamente, de forma absolutamente honesta. Nenhuma de nossas considerações estão orientadas pela ganância, inveja ou por algum tipo de ressentimento de caráter pessoa. Sou um privilegiado. Não estou submetido à tortura que deve ser (para quem tem caráter)  vender sua força de trabalho à mídia corporativa. A selva capitalista conta com a necessidade de sobrevivência de todos nós. Por um descuido do sistema ingressei na academia. E tenho diante de mim jovens e, para alguns deles, em número cada vez menor com o passar dos anos, ainda faz sentido o que digo em sala de aula. A estes tenho doado minha alma. Com modéstia estou construindo uma história como educador. Os cursos de pós-graduação (mestrado e doutorado), formadores de professores que, por sua vez, irão formar os futuros jornalistas pertecem a esta esfera de conivências. Não por acaso, com raríssimas excessões, os alunos que ingressam são aqueles dos quais não tive uma boa impressão na graduação. Quase sempre legimadores de professores especializados no adestramento da covardia. O ensino de nosso país é uma tragédia.
        O Banco Mundial está feliz.

ANOTAÇÕES VIII
   Este exemplo é um clássico da putaria showrnalística. Imagem publicada por Zerolândia, ediçao de 26.10.2007, página 41. Legenda: “Sem-terra foram à sede do Ministério Público de Passo Fundo, onde foram contidos por um contingente da Brigada Militar”. A foto é de Tadeu Vilani. A imagem de Zerolândia sugere uma ação eficiente das autoridades (as botas da Brigada Militar em primeiro plano) e, ao fundo, os “bardeneiros contidos”, todos de vermelho e alguns com imagens do Che. No mesmo dia 26.10.2007, página A14, do mesmo fotógrafo, a partir do mesmo fato, vendida  pela agência do PRBS, o jornal “Folha de São Paulo”, onde também não são “santinhos”, foi publicada uma foto que sugere uma outra subjetividade. Uma “12″ apontada para os manifestantes. Imagem comum nos tempos das manifestações contra a ditadura militar.
  Esta é a foto jornalística. Tudo indica que o fotógrafo produziu imagens de todo tipo. A “seleção ideológica”, nesse caso específico de Zerolândia, ficou por conta de um editor super confiável. Gente que trabalha com os critérios do Grupo. “Folha” e “Estadão” brigam menos com a notícia. A “Folha” até nem tanto. Não estamos afirmando que um seja melhor do que o outro. Todos têm a mesma função, a de impedir a formação de uma efetiva opinião pública. A Fabico, ao assinar um convênio com PRBS, com o respaldo do Sindicato dos Jornalista, escancarou as portas para este pessoal. Faltou o aval dos promotores do Grande Prêmio Ari-gó. Da Associação Riograndense de Imprensa.

ANOTAÇÃO IX
Estas anotações foram rascunhadas para uma aula de jornalismo. Subversiva, é claro. Depois de tantos anos em sala ainda preparo as aulas. É só um rascunho. Defenderei estas idéias acompanhadas por muitas outras imagens, em qualquer instituição de ensino de “comunicologia”. Diante de quaisquer profissionais e até diante dos “esquerdistazinhos-todos-de-mentirinha” dirigentes sindicais. Não tenho sido convidado e nem estou me convidando. Só tenho aceitado participar de atividades ligadas aos movimentos sociais. Assim como defenderei estas idéias em quaisquer outras instâncias. E se convencido, por posições contrárias, não terei nenhum dificuldade em reconhecer possíveis equívocos. A briga contra os “cascateiros” é uma briga política e ideológica. Nada de ordem pessoal. Os apelidos, correntes na categoria, dizem respeito a algum tipo de prática ou história profissional. Causo é de causos. Contador de casos. A pessoa é que se permite o apelido. Um dia vai faltar fôlego para tanta empulhação.

ANOTAÇÕES X
Acreditem, quero distância deste universo. Ao sermos processados por um funcionário com 35 anos de RBS obtivemos a confirmação de que acertamos o alvo. Missão cumprida. Esta etapa está encerrada.   Depois do que aconteceu em São Gabriel quando a Brigada Militar matou o sem-terra Elton Brum. Coincidência? Este tipo de material showtográfico de RP (relações públicas) tinha desaparecido. A lógica nunca é a lógica do JORNALISMO. Esta “belezura” é da edição de hoje, 28.09.2009, pág.58. Sobre o debate da unificação da polícias nunca é demais lembrarmos as posições do camarada Bisol, secretário de Segurança Humana, do governo Olívio Dutra.
        Queremos distância deste tipo de postagem. Só estamos dando uma mão aos companheiros do MST.
         Ousar lutar, ousar vencer.

                    ”Cartier-Bresson fotografou a eternidade.”
                                            Jean-Paul Sartre

Que subjetividades estas imagens sugerem? ”Isentas” de que lado? Obrigado a todos pelos índices de visitação durante a semana. Agradecimentos aos visitantes de Brasília.

ESTRANHAS LUMINOSIDADES

  wu
Centro de PA, Largo Glênio Peres, primeiras
horas da manhã, em direção à rua Voluntários
da Pátria. Máquina Holga, filme 120mm, Iso 400,
abertura em infinito, negativo 6×6 “scaneado”,
sem manipulação digital.


Mesmo filme e no mesmo dia. Foto feita em
sentido contrário da anterior. De costas para
a Voluntários em direção aos prédios do Banco
do Brasil e da Prefeitura.


Parque da Redenção, proximidades do Auditório
Araújo Viana, com o mesmo filme. Luminosidade
próximo das 11horas da manhã.

“Desde o século XIX temos nos batido pela morte de Deus, do homem, da arte… Tudo não passa da progressiva decomposição de uma fé perceptiva fundada, desde a Idade Média a partir do animismo, sobre a unicidade da criação divinia, a absoluta intimidade entre o universo e o homem-Deus do cristianismo agostiniano, este mundo material que se amava e se completava em um Deus único. No Ocidente, a morte de Deus e a morte da arte são indissociáveis e o grau zero da representação faz nada mais do que cumprir a profecia feita há mil anos por Nicéfaro, patriarca de Constantinopla, durante a disputa iconoclasta: ‘Se suprimirmos a imagem, desaparece não somente o Cristo, mas o universo inteiro.”